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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Sublimação?

Sórdido, grosseiro, tosco, frívolo, impiedoso, insano, brutal, esse mundo é mera refração das penadas almas que somos - sórdidas, grosseiras, toscas, frívolas, impiedosas, insanas, brutais. 

Recipiente puro e cristalino, nosso mundo meramente transparece o pestilento veneno humano que contém. E não é mau que seja assim - muito pelo contrário. Do veneno nascem remédios. Todo pharmakon é bicéfalo. 

Talvez esse purgatorial mundo seja apenas ínfima peça de um inimaginável alambique, capaz de operar fabulosas transformações. E se todos os vícios forem paradoxais ingredientes de um virtuoso elixir? E se o profundo abismo for berço de arcanjos? E se a Terra que pisamos for gigantesca pedra filosofal em celeste carreira ao redor do dinâmico fogo solar? 

O sublime nasce do grotesco de maneiras que mal sonham nossas grotescas consciências...

Viaduto de Madureira, Hell de Janeiro, 24 de agosto de 2018, sexta-feira



segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Não alimente os monstros!

Tião Canhão é um jovem com delírios conspiratórios, opiniões bombásticas e ideias truculentas. Certo dia, ele inicia um canal no Youtube, onde expõe seu doentio modo de pensar de maneira grosseira e grotesca, em vídeos repletos de palavrões e expressões exaltadas.

A princípio, o canal de Tião rende poucas visualizações e tem menos de cem pessoas inscritas; é apenas mais um revoltado raivoso esbravejando nos esgotos do mundo digital.

Passado algum tempo, o jovem Juquinha recebe um vídeo de Tião Canhão, compartilhado por um primo em alguma rede social. Enojado e indignado, Juquinha compartilha o abominável vídeo, devidamente acompanhado de um longo texto recriminando e refutando veementemente as sandices de Tião.

Inúmeros amigos e conhecidos de Juquinha visualizam a postagem e se manifestam concordando com Juquinha ou defendendo Tião, gerando uma acalorada discussão, que se prolonga por alguns dias.

Algumas pessoas compartilham a postagem de Juquinha (com o vídeo de Tião devidamente anexado). Outras encaminham o texto e o vídeo em grupos de aplicativos de mensagens. Outros tantos, empolgados com o exaltado discurso de Tião, se inscrevem em seu canal ou, ao menos, curtem o vídeo. 

Os algoritmos do Youtube, sempre vigilantes, percebem o pico de visualizações e começam a sugerir o vídeo a milhares de usuários que acompanham canais de conteúdo semelhante, atraindo mais inscritos para o canal.

Tião Canhão viralizou!

Agora, com uns poucos milhares de seguidores em diversas redes sociais, Tião se  tornou um "influencer" com uma audiência fiel e mais alguns milhares de visualizações e compartilhamentos flutuantes.

Burro, mas não bobo, Tião aproveita os crescentes retornos da monetização de seu canal e começa também a vender camisetas com seus slogans incendiários. 

Por outro lado, Tião virou uma subcelebridade odiada por muitos. Constantes manifestações de repúdio seguem sendo postadas contra Tião que, além disso, passa a ser ridicularizado em inúmeros memes. A hashtag #TiãoBobão se populariza.

Vendo tamanha oposição, os admiradores passam a ver Tião como um ousado pensador denunciando verdades inconvenientes, relevante defensor de elevados valores, aguerrido combatente contra os inimigos da sociedade, um incansável herói acossado por crueis perseguidores.

Tião Canhão, gradativamente, passa de mero "influencer" à condição de liderança de milhares de jovens que o defendem com unhas e dentes.

Sem grande dificuldade, Tião é eleito deputado estadual. Apesar de sua inépcia como legislador, Tião segue bombando nas redes.

Os sagazes dirigentes de seu partido veem no popular e polêmico Tião uma poderosa ferramenta eleitoral. O partido aposta em lançá-lo como candidato a prefeito de uma grande capital, mesmo sabendo que não há reais chances de vencer a eleição. 

Apesar da carência de um programa de governo consistente e da baixa viabilidade de sua campanha, Tião ganha alguma cobertura da grande imprensa, pelas absurdidades que vocifera - que, afinal de contas, rendem belas manchetes, apesar de sua irrelevância. Em dias de marasmo eleitoral, Tião tem sempre alguma nova abominação para preencher a carência de notícias relevantes e entreter leitores entediados.

Em paralelo, o turbilhão virtual em torno de Tião não cessa de crescer e crescer, com novos memes, hashtags e acalorados debates em torno de sua lastimável figura. Até pessoas relativamente sensatas, a pretexto de equanimidade, ressaltam que Tião tem algumas ideias "interessantes".

Como esperado, Tião perde as eleições para prefeito, mas consegue aumentar a bancada de seu partido na Câmara de Vereadores, piorando ainda mais o já periclitante legislativo municipal de uma grande capital. Missão cumprida, Tião retorna a seu posto de deputado e inepto e, mais importante, agitador digital.

Mas Tião não está satisfeito, tem planos grandiosos para o futuro. A vida foi generosa até aqui: fama, poder, dinheiro. Nada mal. Tião sabe que há oportunidades maiores a sua espera. Os algoritmos o amam e um imenso exército de encarniçados opositores que involuntariamente ajuda a promove-lo.

Tião começou como uma lagartixa e agora é um crocodilo. Com um pouco mais de esforço, pode virar um dragão.

Excetuando certa licença poética, esta é uma história real. "Tião" existe. Me recuso a nomea-lo diretamente porque não quero mais alimentar um monstro. Eu mesmo, admito, em alguns poucos momentos, concedi a "Tião" uma atenção que ele não merecia. 

Não desejo que "Tião Canhão" cresça ainda mais e nem que outros como ele surjam.

Aqueles que combatem monstros, muitas vezes, os alimentam sem perceber. Não alimente os monstros. Deixe que eles morram de fome.



sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Você que se salve

Contribuição de R. Watzl

Jovem (ou nem tanto assim), eu sei que não deu tempo de lamber suficientemente a ferida. E é por isso mesmo que você deve prestar atenção ao que vou escrever agora.


A política não é uma luta do bem contra o mal. Dos honestos contra os corruptos. Da luz contra a escuridão. A política tem sua origem formal na “politia” grega, a arena na qual se discutiam os problemas que diziam respeito aos cidadãos da “polis”.


A política é o debate de interesses, mediante o qual soluções para os problemas são propostas, aceitas ou recusadas.


É claro que o primordial interesse é de quem participa do debate na arena. E é preciso entender e aceitar isso.


A política muitas vezes pode ser “suja”, mas ela é o método civilizado de resolver conflitos que, de outra maneira, resultariam em mortes.


“A política é a arte do possível”. Ainda que o possível seja ruim. E é melhor escolher o “ruim”, porque sempre pode haver o “pior”.


Portanto, jovem (ou nem tanto assim), pare de ser ingênuo. Cresça. Pare de acreditar em salvadores. Eles não existem. Ninguém, absolutamente NINGUÉM vai salvar você. Você que se salve. E, olha, se você fizer isso, vai contribuir imensamente para que os representantes no teatro político sejam melhores para todos.


Boa sorte.



Ciranda brasileira


 

Bolsonaro - Do Nada ao Nada

Desde sua posse como presidente em janeiro de 2019, Bolsonaro não ofereceu mais significativa demonstração de fraqueza que em sua "Declaração à Nação" divulgada em 9 de setembro de 2021.


Para além de sua mediocridade quase infantil, lembrando o tipo de texto "reflexivo" que estudantes travessos muitas vezes são convidados a redigir nas escolas em caráter disciplinar, a tímida declaração contrasta vivamente com o inflamado discurso proferido à multidão de apoiadores dois dias antes. 


Entre os dias 7 e 9, o Messias guerreiro se encolheu como estudante encabulado. A declaração sinaliza que, ao contrário do que se teme, Bolsonaro não dispõe efetivamente dos recursos necessários para empreender um golpe de Estado. A bem dizer, ficou evidente que lhe falta até a capacidade de organizar um prosaico bloqueio rodoviário...


Bastaram ligeiras pressões do Judiciário, do Legislativo e da opinião pública para que o presidente gritasse pelo socorro de Michel Temer, uma das figuras mais insípidas e impopulares de nossa história política recente, para mitigar a desnecessária crise que, de longa data, vem mantendo. Sempre que o calo aperta, Bolsonaro volta à gamela da "velha política" que prometia combater.


De certo modo, a Declaração é o desfecho tragicômico da patética farsa que foi o desfile de blindados realizado há algumas semanas em Brasília. Bolsonaro, ao que tudo indica, não é capaz de fazer muito mais que fumaça, literal ou figurativamente; seus arroubos grandiloquentes simplesmente se desmancham no ar.


Bolsonaro mostra cada vez mais uma inépcia política diante da qual até o fiasco protagonizado pelo doidivanas Jânio Quadros empalidece. Ao contrário do que esperavam seus eleitores tomados por frenesi messiânico, o agora presidente segue sendo apenas o deputado mandrião e o militar indisciplinado que sempre foi - uma figura minúscula que surpreende em sua capacidade de se apequenar cada vez mais e mais.


Entre seus delírios de grandeza e demonstrações de fraqueza, o capitão-presidente faz pensar em certo personagem fanfarrão da "Farsa de Inês Pereira", valentão que, nos versos de Gil Vicente, seria forte contra a esposa, mas frouxo contra os mouros.


Arrastando o terceiro ano desse farsesco mandato, Bolsonaro comprova e confirma a máxima atribuída ao Barão de Itararé: justamente de onde não se espera nada... é que não vem nada mesmo!



quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Bolsonária

 Até quando, ó BOLSONARO, abusarás da nossa paciência? 


Por quanto tempo ainda há de zombar de nós essa tua loucura? 


A que extremos se há de precipitar a tua audácia sem freio? 


Nem a Constituição da República, nem os princípios da Democracia, nem os clamores do povo, nem a afluência dos cidadãos sensatos, nada disto conseguiu perturbar-te? 


Não sentes que os teus planos autoritários estão à vista de todos? 


Não vês que a tua conspiração contra a Democracia e a República brasileira a têm já descoberta todos estes que a conhecem?


Oh tempos, oh costumes! 


O Congresso tem conhecimento destes fatos, os Magistrados têm-nos diante dos olhos; todavia, este homem continua Presidente! 


Presidente?! 


Mais ainda, ameaça-nos e intimida-nos, aponta-nos e marca-nos, com o olhar, um a um, para a chacina. 


E nós, cidadãos valorosos, cuidamos cumprir o nosso dever para com o Estado, se simplesmente evitamos os dardos da sua loucura!


Ao Impeachment, BOLSONARO, é que tu deverias, há muito, ter sido arrastado por ordem do Congresso Nacional; contra ti é que se deveria lançar a ruína que tu, desde há muito tempo, tramas contra todos nós, por truculência e ignorância.


Pois não é verdade que se encheram as ruas contra Collor, que muito menos gravemente ameaçara a Constituição da República e a Democracia? 


E BOLSONARO, que anseia por devastar a ferro e fogo a face da terra brasileira, haveremos nós, os cidadãos, de o suportar toda a vida?


Que haja agora nesta República, uma tal disciplina moral que os cidadãos de coragem afastem do poder um Presidente incompetente, irresponsável, mentiroso e autoritário!


Temos uma Constituição contra ti, BOLSONARO; não é a Lei que falta à República; nós, digo-o publicamente, nós, os cidadãos, é que faltamos!


Até quando, BOLSONARO, os cidadãos brasileiros tolerarão teus desmandos e abusos?


"BOLSONÁRIA" - Parafraseando Cícero; pois os tempos passam, mas os tiranos continuam...

Esporte, identidade e violência

 Extratos do livro Ostra feliz não faz pérola, de Rubem Alves


Futebol I

Onde se encontra a emoção do futebol? Será na sua beleza? Sim, é bom ver uma partida que se parece com um balé. Mas esse espetáculo coreográfico não faz o torcedor feliz. Uma partida que termina zero a zero é um tédio. O grito vem quando o gol acontece. É no gol que mora a alegria e... o sofrimento... A alegria do torcedor cujo time fez o gol é simétrica ao sofrimento do torcedor do time que sofreu o gol. Cada gol que se faz é uma afirmação de potência, enquanto cada gol que se leva é uma afirmação de impotência. E o gol é, fundamentalmente, um ato sádico. Um estupro. Um gol é um time que enfia a sua bola no buraco do outro - dolorosamente -, embora o outro tenha feito tudo para impedir que isso acontecesse.


Futebol II

A emoção do futebol, suas alegrias e tristezas, vêm do fato de que futebol é guerra. Uma Copa do Mundo é uma guerra estilizada entre muitos países. Daí a importância das bandeiras e dos hinos nacionais. Quem está em campo é um país em guerra contra um inimigo. A seleção são seus melhores heróis guerreiros, como na Guerra de Troia. O campeão é o vencedor da guerra. Os outros, são os vencidos. Medalha de prata não tem graça. O vice-campeão é também um vencido.


Futebol III

O povo unido, esquecidas as diferenças, esquecidos os partidos políticos, esquecidas as crenças religiosas: todos sentindo igual, todos cantando igual, todos gritando ao mesmo tempo, uma única bandeira. O entusiasmo do futebol provoca a união. Essa unanimidade de sentimentos e ações é característica dos tempos de guerra. Diante de um inimigo comum que ameaça, os conflitos internos perdem o seu sentido. As esquerdas argentinas, inimigas da ditadura militar, se esqueceram da sua inimizade e se uniram ao povo e aos militares nas praças, quando as Ilhas Malvinas foram invadidas. A guerra faz esse milagre: ela transforma as inimizades internas em amizade. Campeonato mundial de futebol é a guerra que dissolve todas as oposições internas.


Futebol IV

Mas o fim da Banda é triste. "Mas para meu desencanto/ O que era doce acabou,/ Tudo tomou seu lugar/ Depois que a Copa acabou..." Terminada a guerra contra o grande inimigo, começam os conflitos entre os irmãos. Passada a Copa, os torcedores tiram a camisa verde-amarela e cada um veste a camisa do seu time. Retorna, então, a guerra antiga...




quarta-feira, 1 de setembro de 2021

 A mais elevada caridade consiste menos em compadecer-se com o sofrimento alheio que em regozijar-se com o bem de outrem, como se nosso fosse - pois verdadeiramente o é.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Cogito, ergo...

"Se Descartes nos ensinou, a nós modernos, a dizer 'eu penso, logo existo' - a dizer, portanto, que a única vida ou existência que consigo pensar como indubitável é a minha própria -, o perspectivismo ameríndio começa pela afirmação duplamente inversa: 'o outro existe, logo pensa'. E se esse que existe é outro, então seu pensamento é necessariamente outro que o meu. Quem sabe até deva concluir que, se penso, então também sou um outro. Pois só o outro pensa, só é interessante o pensamento enquanto potência de alteridade".
Eduardo Viveiros de Castro





quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Intelectualidade, crítica e dialética

O exercício do intelectual é a crítica. Custe o que custar, doa a quem doer. 

Sem crítica, não há diálogo, ficamos nos monólogos e solilóquios, falando para nossos umbigos. Nesse sentido sou voltairiano à outrance: posso discordar completamente da sua opinião, mas lutarei até a morte pelo seu direito de manifesta-la (e até farei algum esforço para ouvi-la, entende-la e responder educadamente). 

Infelizmente, a cultura da "lacração", do "cancelamento" e similares caminha no sentido oposto. Recorre à estética vitoriana do vexame para impor formas de censura tácita. Enfim, é o tipo de manifestação que não me agrada, nem me interessa
.
Por sinal, ponderar honestamente sobre as críticas dos "inimigos" é um ótimo exercício de autocrítica. Muitas vezes o "inimigo" sinaliza defeitos que o amigo prefere ocultar. Às vezes o inimigo pode ter alguma dose de razão. 

Como dizia Sócrates, "A verdade não está COM os homens, está ENTRE os homens". É no espaço relacional e dialógico do "entre" que a dialética se faz possível.



quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Picaretagem, sensatez e tirania

No Brasil já se tornou comum tomar picaretagem por sensatez e oportunismo por racionalidade. Assim sendo, pouco espanta que vez por outra nos coloquemos à mercê de tiranos devidamente rodeados e apoiados por sensatos picaretas e racionais oportunistas. Somos gado de corte que de bom grado acredita nas boas intenções do açougueiro e entrega a cutelaria em  mãos de pessoas cujo juízo, esperamos, sirvam de rédeas ao sanguinário frenesi do matadouro. Como o peru, seguimos cada vez mais confiantes na benevolência do granjeiro até a véspera do Natal. Entregamos o ônibus ao mais embrigado motorista, jurando que os freios nos protegerão. Eternos otimistas, mesmo com a faca na jugular, acreditamos que tudo acabará otimamente bem. O importante é aguardar o próximo Carnaval e as proezas da seleção em alguma Copa do Mundo. Em algum ponto da eternidade, cedo ou tarde, alcaçaremos o acalentado hexa...




Intelectuais, Acadêmicos e Diplomados

Eu faria a seguinte distinção: existem "intelectuais" (raros), "acadêmicos" (numerosos) e "diplomados" (pessoas com um diploma universitário embaixo do braço - uma multidão). 

O "diplomado" é o sujeito que fez graduação, mestrado ou até doutorado, arrumou um emprego, parou de estudar, se estagnou e vive fazendo militância em redes sociais. 

O "acadêmico" é aquele sujeito bitolado que não larga o osso, segue pesquisando, vira um especialista em alguma irrelevância qualquer, cumpre religiosamente a burocracia universitária, publica um monte de coisas absolutamente banais escritas dentro dos padrões de decoro acadêmico, cita os autores da moda e segue o rebanho conforme as conveniências do momento. Como diria o Nobel de Física Richard Feynman, é o tipo de pessoa que trata a academia como um clubinho e se ocupa sobretudo de mesquinharias e futricas variadas.

O "intelectual" é alguém que pensa com a própria cabeça, pesquisa, lê e estuda com muito afinco, mantém os horizontes abertos, não vira um especialista bitolado, publica pouco, mas com qualidade, não vive atrás de modismos e conveniências, exerce constante crítica e autocrítica - e nem precisa necessariamente ter algum diploma.





quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Paranoia pandêmica

Relato de uma conversa presenciada por um amigo: 

Meus queridos, acompanhando aqui o vigésimo terceiro minuto de um debate a respeito do futuro da humanidade...

Resumidamente, a pandemia foi um grande plano das famílias mais poderosas do mundo para jogar a humanidade no caos e ampliar o seu domínio sobre o planeta.

O objetivo final dessa etapa do plano é convencer/obrigar a maior quantidade de pessoas a se vacinar, implementando dispositivos de leitura orgânicos para ampliar o controle sobre as populações.

Tudo isso representa uma etapa preliminar e preparatória para o golpe final, que visa a implantação da NOM (Nova Ordem Mundial), onde todos os dados do mundo, desde dados bancários até registros civis e profissionais, serão deletados por ordem dessas famílias mais ricas, sob a desculpa de sucessivos ataques hackers

O grande comandante dessa operação seria o fundador do Fórum Econômico Mundial, que tem áudios e vídeos espalhados pela internet confirmando a veracidade de todas essas informações 

A ideia é implementar a NOM em meio ao caos absoluto e à anarquia decorrente desse apagão global de dados, a partir de uma aliança entre essas famílias mais ricas (essencialmente anticristãs e antissemitas) e a China, impondo ao mundo, a partir de então, a ditadura do ateísmo e do esquerdismo, que nos levará para a perdição definitiva...



Lugar de fala e "interpretação ad hominem"

"Eu não tenho como emitir opinião sobre esse texto, porque eu não conheço o autor, não sei se ele é branco, se ele é gay, se ele é negro, se ele é índio..."

Vi por aí. Pois é.